quarta-feira, 24 de novembro de 2010

VARANDA DAS ILUSÕES


Na varanda passa voando as horas
na paisagem morta de uma tela
pesares, prazeres.
vida de outrora, momentos de agora

Na varanda vejo, o que os olhos não vêem
no orvalho perfumado da amnésia dos teus dias
tenro espetáculo fúteis

Lagrimas de uma alegria indolente...vertigem.
maré alta, maré baixa; leva e trás...trás e leva.
pesares, prazeres


A saudade que fere e cura
mostra a vida, na visão das flores ao vento
efêmera dialética
de um dia que jamais será

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