Gilberth da Hora
Movendo-se na Plenitude da Graça
sexta-feira, 16 de outubro de 2020
domingo, 25 de setembro de 2011
Poder Supridor
Minha cabeça esta vazia e seca
Como este assoalho arrebentado
mas a esperança enseja frescor
Penso à prestação e sofro a vista.
No balanço destas horas penso no Criador
Criando sempre novas oportunidades
Se me falta o dinheiro agora
Descansarei em sua provisão.
O murmurar dos pensamentos me impele
Confrontando o descortinar futuro
Mas medito novamente e deleito-me em seus cuidados
Ancorado na graça supridora.
Se me sonho,me alegro de alma
avivando desejos esquecidos e logo vejo-me
bem depois da barreira...
dalém dos entraves circundantes
A vitória sempre chama consigo
O amanhecer do dia encantador
A salvação também manifesta-se
Trazendo presente e perene libertação.
Santa Luzia-MG. 02/05/2011
Como este assoalho arrebentado
mas a esperança enseja frescor
Penso à prestação e sofro a vista.
No balanço destas horas penso no Criador
Criando sempre novas oportunidades
Se me falta o dinheiro agora
Descansarei em sua provisão.
O murmurar dos pensamentos me impele
Confrontando o descortinar futuro
Mas medito novamente e deleito-me em seus cuidados
Ancorado na graça supridora.
Se me sonho,me alegro de alma
avivando desejos esquecidos e logo vejo-me
bem depois da barreira...
dalém dos entraves circundantes
A vitória sempre chama consigo
O amanhecer do dia encantador
A salvação também manifesta-se
Trazendo presente e perene libertação.
Santa Luzia-MG. 02/05/2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
INCONSTANCIA DOS DIAS
Girando o mundo interno
dentro destas vestes novas.
Sentindo o perfume fino
o gosto velho se me dá
Não sei se é sensação
prescentimento, ilusão
Não sei não...
Mas vivo cada momento desta verdade
Se me reparo no trato
vislumbro o ser normal
Se fecho os olhos não me acho
Transfiguro-me efemeramente.
Assim se passam dias lentos
Tardes entediadas e noites sem sal
para de manhã recomeçar
até o esperançoso dia do fim.
B.H.,12/04/2011
dentro destas vestes novas.
Sentindo o perfume fino
o gosto velho se me dá
Não sei se é sensação
prescentimento, ilusão
Não sei não...
Mas vivo cada momento desta verdade
Se me reparo no trato
vislumbro o ser normal
Se fecho os olhos não me acho
Transfiguro-me efemeramente.
Assim se passam dias lentos
Tardes entediadas e noites sem sal
para de manhã recomeçar
até o esperançoso dia do fim.
B.H.,12/04/2011
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Dona Norma
Olha dona Norma
Já conheci muita norma, regra, estatuto...
nesta vida à fora
Mas Norma assim humana
Norma mulher cristã
Norma Guerreira do lar, só tu.
Conselheira, imparcial
Doce do tacho da vida
Uva da sebe prospera
Estaca do estaleiro neste Vale de gente
Olha dona Norma, Norma assim ta difícil
Vê nos teus netos a geração do sempre existir
A vida que dilata e perpetua a semente
Da seara do Criador.
Gilberth da Hora
Santa Luzia, 13/12/2009
Olha dona Norma
Já conheci muita norma, regra, estatuto...
nesta vida à fora
Mas Norma assim humana
Norma mulher cristã
Norma Guerreira do lar, só tu.
Conselheira, imparcial
Doce do tacho da vida
Uva da sebe prospera
Estaca do estaleiro neste Vale de gente
Olha dona Norma, Norma assim ta difícil
Vê nos teus netos a geração do sempre existir
A vida que dilata e perpetua a semente
Da seara do Criador.
Gilberth da Hora
Santa Luzia, 13/12/2009
O AMOR NÃO VACILA
Amor não me deixe por ter vacilado
o amor é inexplicável
Dor, ardor, perdão...
O amor não vacila
vacilão é todo aquele
que nunca amou
O amor é uma doce influencia inflamada
só morre de frio,
os frustrados de coração
Os amantes, mesmo no gelo
aquecem o amor
na terna lembrança
de ter sido amado
09/03/1991
Amor não me deixe por ter vacilado
o amor é inexplicável
Dor, ardor, perdão...
O amor não vacila
vacilão é todo aquele
que nunca amou
O amor é uma doce influencia inflamada
só morre de frio,
os frustrados de coração
Os amantes, mesmo no gelo
aquecem o amor
na terna lembrança
de ter sido amado
09/03/1991
VARANDA DAS ILUSÕES
Na varanda passa voando as horas
na paisagem morta de uma tela
pesares, prazeres.
vida de outrora, momentos de agora
Na varanda vejo, o que os olhos não vêem
no orvalho perfumado da amnésia dos teus dias
tenro espetáculo fúteis
Lagrimas de uma alegria indolente...vertigem.
maré alta, maré baixa; leva e trás...trás e leva.
pesares, prazeres
A saudade que fere e cura
mostra a vida, na visão das flores ao vento
efêmera dialética
de um dia que jamais será
Na varanda passa voando as horas
na paisagem morta de uma tela
pesares, prazeres.
vida de outrora, momentos de agora
Na varanda vejo, o que os olhos não vêem
no orvalho perfumado da amnésia dos teus dias
tenro espetáculo fúteis
Lagrimas de uma alegria indolente...vertigem.
maré alta, maré baixa; leva e trás...trás e leva.
pesares, prazeres
A saudade que fere e cura
mostra a vida, na visão das flores ao vento
efêmera dialética
de um dia que jamais será
VIAGEM A SÃO BARTOLOMEU
Na noite turva
Conheci, São Bartolomeu
Sua antiguidade era notória
Tudo muito preservado manifestando seu valor
Conservando a história e vivendo o presente
Pela manhã sua suavidade nascia com o sol
Formas rústicas, casas de moradores idos
Encontro satisfatório, rememorização do passado
Que firmou no presente a beleza
Seus morros verdes das minas Gerais
Guarda o mistério do silêncio ocultado
Quero voltar um dia, neste passado que não passa
No crepúsculo dourado que te moldura.
São Bartolomeu(Ouro Preto), 15 de fevereiro
Na noite turva
Conheci, São Bartolomeu
Sua antiguidade era notória
Tudo muito preservado manifestando seu valor
Conservando a história e vivendo o presente
Pela manhã sua suavidade nascia com o sol
Formas rústicas, casas de moradores idos
Encontro satisfatório, rememorização do passado
Que firmou no presente a beleza
Seus morros verdes das minas Gerais
Guarda o mistério do silêncio ocultado
Quero voltar um dia, neste passado que não passa
No crepúsculo dourado que te moldura.
São Bartolomeu(Ouro Preto), 15 de fevereiro
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